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O Custo Invisível da ETE
O início do ano marca a retomada da produção e o realinhamento das prioridades dentro da indústria. Metas são revisadas, orçamentos são abertos e decisões estratégicas começam a ser discutidas. Nesse cenário, a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) continua operando normalmente — e gerando custos — mesmo sem receber atenção direta. Não há alarme, reunião emergencial ou impacto imediato na operação. O custo simplesmente existe e se repete mês após mês. É justamente por não

Ecclo
9 de fev.2 min de leitura


Revisão da CONAMA 430: por que a sua ETE não passa mais “no automático”
Nos últimos meses, o que antes parecia uma exigência ambiental distante começou a bater direto à porta das indústrias brasileiras. A revisão da Resolução CONAMA 430/2011 , que define as condições e padrões de lançamento de efluentes, trouxe um novo olhar para parâmetros antes pouco fiscalizados — especialmente Nitrogênio e Fósforo . Esses nutrientes, associados ao fenômeno da eutrofização , passaram a ser foco de controle em licenciamentos e auditorias ambientais. Em outras

Ecclo
12 de nov. de 20253 min de leitura
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